Por que a maioria dos colégios particulares, principalmente, do ensino médio não têm receitas provenientes de atividades extracurriculares que podem representar ganhos maiores do que sua atividade fim? Afinal existem 70 milhões de inadimplentes que precisam de reciclar conhecimentos para voltarem ao mercado de trabalho, com cursos online em várias modalidades e outros tipos de apoio.
https://www.youtube.com/results?search_query=high+school+entrepreneurship pagamento longo rede R$ 100 mes - revista
US$ 345 https://startupnz.thinkific.com/
https://www.youtube.com/@EntreSkillsTM/videos https://entreskills.org/ https://entreskills.org/ResourcesEXT.aspx#RecourcesEXT
https://www.lumiere-education.com/post/10-free-business-programs-for-high-school-students
cursos https://portaljovemempreendedor.com/ https://www.udemy.com/course/empreendedorismo-para-jovens/?
A estruturação de um Centro de Empreendedorismo (CE) da própria escola, onde os alunos poderiam ser os protagonistas principais, já conquistando oportunidades de trabalho, com certeza, é uma das âncoras principais na conquista de novos alunos. Eles não poderiam estruturar um banco de dados das empresas locais identificando suas necessidades, abrindo novos canais de comunicação e receitas, nestas atividades extracurriculares?
Ao mesmo tempo a escola não poderia estruturar ou reforçar seu programa Ensino Tempo Integral, com tal acervo?
FINANCIAMENTOS
CAPITAL DE GIRO
RENDIMENTOS FINANCEIROS
Como se sabe existem várias fontes financiamentos de longo prazo para financiar tais investimentos e 2 alternativas que envolvem desinvestimentos em ativos (imóveis) com operações de Sale Leaseback ou via Tokens, sem desocupação, liberando recursos para capital de giro.
Outra alternativa, não se dependendo de bancos, é o capital de giro feito por uma Empresa Simples de Crédito que os mestres, pais de alunos e interessados podem constituir, como sendo o próprio braço financeiro da escola.
O University Neobank está estruturando a proposta da criação de um fundo de investimento para imóveis educacionais, semelhante aos conhecidos fundos imobiliários. qundo poderiam ser implementadas novas formas de mensalidades, como a Poupança Educação ou a de Pagamentos Antecipados como exxiste no exterior.
Para os alunos, além das bolsas de estudo, como existe no exterior, e a oferta de um Cartão de Crédito Pré-Pago.
Os professores, colaboradores, pais de alunos, amigos e demais stakeholders deste ecossistema de educação e empreendedorismo não teriam interesse em ter rendimentos financeiros maiores, do que os normalmente pagos no mercado financeiro? Esta solução se propõe a usar o novo modelo DeFi usando a tecnologia Blockchain, quando se dispensa a intermediação dos bancos. Veja mais informações no link Benefícios para Sócios Fundadores.
O EMPREENDEDORISMO NA EDUCAÇÃO
Por que se dar importância ao empreendedorismo, também, no ensino médio? A escola de forma isolada, ou junto com um grupo de professores associados, estruturando seu Centro de Empreendedorismo (CE) podem ter uma receita maior do que as mensalidades ou remunerações fixas. As despesas diretas mais altas dos colaboradores contratados via CLT, em grande parte, podem ser substituídos pelos alunos e mestres empreendedores, futuros proprietários das startups criadas.
O exemplo maior são as 30 mil startups incubadas no MIT / EUA que faturaram US$ 1,9 trilhão (!) em 2016. Neste cenário não devemos se perguntar: Quanto seus mestres, colaboradores e da própria universidade tiveram de receitas?
Com os números acima fica importante ressaltar várias consequências que tendem a acontecer, onde as escolas do ensino médio e seus mestres podem assumir seu papel de protagonistas principais, neste nicho, por que são poucas as faculdades, que neste momento (2024) que têm seus CEs. Por outro lado, os alunos que tiverem se engajado em projetos com perspectiva de sucesso, tenderão a dar continuidade a estes, permanecendo mais tempo na escolas, prorrogando sua entrada na universidade e, até mesmo se aprimorando com os cursos profissionalizantes mais avançados, os quais em alguns casos são melhores do que os de faculdades com baixas avaliações.
Tais fatos se observa nos EUA onde toda universidade e muitas escolas secundárias, têm seu centro de empreendedorismo, algumas já conquistando alunos na fase pré-faculdade, parceria que deveria ser implantada no país, principalmente quando não houver espaço disponível na escola.
Baseado nas informações acima, como desenvolver uma estratégia para que as instituições de ensino no país obtenham um significativo resultado com as atividades extracurriculares?
Uma vez estruturado seu CE de forma presencial ou remota, o próximo passo é aderir as redes ou networking pois as pernas mais importantes de um ecossistema são as conexões ou seja os links profissionais de sua rede.
Na imagem abaixo se observa um colégio na Inglaterra, de um grupo educacional, convidando empregadores para um café da manhã, como forma de divulgar suas atividades.
NETWORKING
Assim, com um networking adequado um projeto de empreendedorismo ou atividade extracurricular no local A para escalar e trazer resultados para seus idealizadores precisa ser aplicado no local B e assim por diante, usando as redes sociais específicas.
São várias outras vantagens de um networking que tem múltiplo alcance, como por exemplo o de criar competições, de matemática, ciências ou esportivas as quais, além de atrair novos alunos, tem, principalmente, uma divulgação gratuita na mídia local que precisa de conteúdos. É importante destacar os serviços dos novos influenciadores digitais, que podem ser remunerados com bolsas de estudo e afins.
A LOJA COM A MARCA ESCOLA
Toda instituição deveria ter sua loja física ou virtual onde poderia vender, itens com sua marca, como camisetas, casacos de inverno, bonés, mochilas e canecas. Além das receitas se eterniza e divulga seu nome. Como não exista demanda suficiente no caso A ou B, é preciso se trabalhar em escala, formando-se grupos de compras, quando novamente se destaca a importância deste serviço em uma rede de escolas, que identificaria os fornecedores interessados. Além de ter sua própria editora de material didático, celulares e notebooks deveriam estar entre os itens a serem comercializados, desenvolvendo parceria com os fornecedores locais, não se tendo estoques.
O investimento no capital de giro e despesas de manutenção poderiam ser, ao invés de responsabilidade da escola, dos mestres, alunos, seus pais ou ainda investidores locais, tornando-se sócios da solução, a escola ganhando pelo seu brand, em um rateio tipo 50% para cada parte.
Como tal estratégia deveria, também, ser do interesse das faculdades, as escolas do ensino médio, principalmente, sem espaço físico para estruturarem seus centros de empreendedorismo nas faculdades locais do seu bairro, como se pode observar acima na proposta do Institute Entrepreneurship Pre-College da Colorado State University.
MARKETPLACES
Como se sabe nos dias de hoje é de fundamental importância,ter presença nos marketplaces, as vitrines digitais em shoppings a céu aberto, pois assim se reduz o investimento no tráfego pago, fazendo-se marketing compartilhado.
O problema reside que nas apresentações as informações para o visitante estão isoladas em vários websites com nomes diferentes, quando todas deveriam: i) Estar em um local só; ii) Informações sobre o bairro da escola e atrações locais; ii) Conteúdo do curso, material didático; iii) Preços e formas de pagamentos; iv) Bolsas de Estudo; v) Exemplos de sucesso; vi) Comparações, e vii) Serviço de Alerta, com seu web scraping ou crawler, o robot que procura 24/7 as informações desejadas, que estão indexadas no banco de ados do marketplace.
Para não ficar árida ou sem gosto, a pesquisa, só com informações sobre cursos e carreira, a solução propõe construção do marketplace NossosBairros em parceria com os CEs.
APP DA ESCOLA

O app da escola reunindo em um só local as informações que o aluno precisa, deveria ter também as informações e exemplos dos dispositivos para elaboração de currículos, vagas e educação financeira, além do link para o netorwing da escola e grupos de discussão.
70.000.000 MILHÕES DE INADIMPLENTES

Como se sabe o país tem cerca de 70 milhões de inadimplentes. Estes precisam fazer / completar cursos e, principalmente, de oportunidades de trabalho como empreendedores, auxiliando na estruturação de novas plataformas. .
ESTRATÉGIA DE IMPLANTAÇÃO
PROFESSORES DEIXANDO LEGADOS
ENSINO MÉDIO - FACULDADES -COMUNIDADES
(trabalho imediato)
Embora esta página tenha sido desenvolvida focada no ensino médio, percebe-se pelo seu conteúdo que é um Guia Prático para implantação de CEs atuando como uma plataforma back office white label. Ou seja, é um escritório remoto de retaguarda que faz a parte operacional, sem uma logomarca, atualizando de forma permanente o visual denominado front office no website do associado. Assim se reduz custos e se acelera a entrada de receitas para os associados, sejam colégios, faculdades, professores, comunidades ou interessados em busca oportunidades de trabalho para seus os alunos, estagiários e agregados.
Desta forma as instituições de ensino ou comunidades podem rapidamente estruturar seus CEs obtendo resultados monetários rápidos e mensuráveis.
São mais de 20 atividades extracurriculares práticas desenvolvidas ou em fase de implantação para implantação imediata, cada uma com um potencial de faturamento mensal que variam de R$ 10.000,00 a R$ 100.000,00, ou ainda mais, dependendo do alcance da área de ação dos interessados, inovando o empreendedorismo agregando as técnicas de sustentabilidade conhecidas como ESG.
Como toda empresa deve ter no seu bojo ações de sustentabilidade para não ficar atrás de seus concorrentes, o que requer investimentos, a estratégia da solução é abrir a plataforma para as empresas interessadas, estas sendo consideradas co-autoras, dispensando tal investimento, começando pelo crédito inclusivo aos 70 milhões de inadimplentes.
É importante realçar que os professores e colaboradores podem não só aumentarem sua renda sendo educadores de empreendedorismo e ESG como deixar um legado fazendo parcerias com as escolas que tenham interesse no assunto.
São 3 tipos de parcerias: i) A instituição assume inteiramente o valor na adesão e a mensalidade de manutenção; ii) Os mestres e colaboradores assumem o investimento fazendo uma parceria com a escola que fornece sua logomarca, recebendo 51% do resultado, ficando os mestres com 45% e esta solução com 4%. Mais informações podem ser vistas na página
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